Diário de Um Hemofílico de Bem Com A Vida e Notícias e Tudo Sobre Hemofilia

sábado, 25 de junho de 2011

MARCOS BAUCH - DE MULETAS PELO MUNDO SUPERANDO DESÁFIOS

hamas, Irã, terrorismo, islã, Siria

Marcos Bauch é uma lenda no mundo dos esportes, da natação , e um grande "cara" que valoriza a vida como o maior presente, presente de Deus. ...


Marcos Bauch é servidor público pelo IBAMA, é pai do Miguel e da Manu, é atleta amador de natação em águas abertas, já ganhou a Travessia dos Bravos, já ganhou travessias em Brasília no Lago Paranoá e já ficou entre os dez melhores na travessia dos fortes no Rio de Janeiro. Pelo currículo é difícil de se imaginar, mas o Bauch é hemofílico e locomove-se utilizando muletas. E nessa história toda, tem uma bela lição pra todos nós aí. 






arcos tem hemofilia e tendo sofrido um acidente, ficou com certa limitação de locomoção, o que não ocorre na água, ele acaba se deslocando melhor na água que em terra. Se para alguns nadar em mar aberto é um problema, para Marcos, isso é natural.

 Perseverou e superou, minimizando suas dificuldades e potencializando suas qualidades e habilidades.



E hoje, ele é muito mais do que as muletas ou a hemofilia. É Um viajante sem fronteiras, marcos constrói seu mundo, escrevendo sua história e vai conhecendo o mundo. Esse é um dos nossos "camaradas", gente como agente, hemofílico, um dos "bons" como um amigo meu do Rio define os que tem hemofilia.

Se em terra depende das muletas, na água, ele se sente em casa. Esportista, é nadador profissional, com foco em competições de mar aberto.

Marcos tem participado de várias competições, uma delas a travessia dos fortes, que não é pra qualquer um não! Em mar aberto, as dificuldades são maiores e a distância desafia o preparo físico e a perseverança do competidor.

De Muletas Pelo Mundo é o blog de Bauch, onde ele relata suas viagens e aventura, vale a pena conferir.

Por enquanto, fique com algumas aventuras do Marcos...



TRAVESSIA DOS FORTES:

Publicado por: Marcos Alexandre Bauch
abril 5, 2011

Em 2011 Marcos paticipou da  tradicionalissima Travessia dos Fortes em Copacabana! São 3.500m saindo do Forte de Copacabana ate o Forte Duque de Caxias no Leme. Uma parte da equipe WQL alugou um apto bem perto da largada e la ficaram hospedados. Marcos Bauch conta um pouco da aventura: "Logo que cheguei na 6a a noite fui pro apto, nos arrumamos e partimos pra curtir a noite na Lapa!  No sabadão fizemos um treininho rapido em Copacabana e lagarteamos o dia inteiro em Copa e Ipanema! Ê vidão bão esse! No domingo o dia acordou nublado mas o mormaço dava conta de fazer qualquer um suar. O mar tava um pouco revolto mas nada de assustasse. As 9:30 foi a largada feminina tanto pra elite quanto pros amadores. Logo depois da chegada da elite feminina, foi dada a largada masculina. Como a largada para PNE (Portadores de Necessidades Especiais) é a ultima, é sempre muito bacana ver a turba de gente invadindo o mar nas largadas!!  É muita gente!  "Conta Marcos Bauch.


"A largada pros PNE, que dessa vez contou com 21 participantes, foi por volta das 10:45 e logo nos primeiros 500m eu ja comecei a ultrapassar retardatarios da largada masculina! " Relata Marcos. 







Marcos, diz ainda que, "Terminou a prova em 1:05 (pelo seu cronometro) ou 1:16 (pelo horario oficial) e com isso ficou em 8º no PNE masculino e 11º no PNE geral!! Entusiasmado, ele ainda conta que,  o melhor de tudo é que melhorou em 30min o seu tempo em relação ao ano passado!!! Os treinos e dedicação realmente valeram a pena", disse Marcos.



TRAVESSIA DO BRAVO EM MAR ABERTO

Ananda Rope - Correio Braziliense
Publicação: 07/01/2011 10:22





A Travessia dos Bravos não tem esse nome por acaso. Com 4,5km, a prova é realizada em mar aberto, em um percurso que pode ficar complicado dependendo do tempo e da condição das ondas e correntezas.

Treinando há seis meses para sua estreia em provas oceânicas, o representante comercial Osmar de Souza, 36 anos, confia na intimidade que desenvolveu com o mar na adolescência em sua terra natal, Santos (SP). Mas sabe que o trajeto é desafiador. "Minha única preocupação é com a condição do mar. Se entrar uma frente fria durante a prova, o mar pode ficar agitado. Outra coisa é a água salgada. Às vezes, você acaba engolindo um pouco de água enquanto nada e, se por acaso tiver alguma dificuldade e levar mais de duas horas para completar a prova, isso pode complicar", analisou. Mesmo com a observação sobre a duração da prova, Osmar e os companheiros da equipe da Assessoria Desportiva WQL planejam concluir o percurso em até uma hora e vinte minutos.





De olho na edição brasileira do Ironman de 2012, em Florianópolis (SC), Osmar matriculou-se na natação em março do ano passado e, desde então, tem aumentado as distâncias dentro d’água. "No começo, sofria para completar 300 metros. Hoje faço 5.000 metros com tranquilidade", diz, orgulhoso. "O desafiador será fazê-lo na água salgada, que é mais densa. Mas, para compensar isso, usaremos roupa de borracha, que ajuda na flutuação", adiantou.


Uma preparação exaustiva


Técnico dos nadadores e também competidor, Marcel Huthmacher, 35 anos, pegou pesado com o treinamento nos últimos meses. "O trajeto é um passeio. Iremos de escuna até a Ilha das Cagarras e nadaremos até a praia de Ipanema", elogiou. "Para que todos estivessem preparados para encarar os 4.500 metros, fizemos treinos no Lago Paranoá, tentando simular a distância, além de uma base boa na piscina", detalhou. "Do fim de novembro ao fim de dezembro, aumentamos o treinamento com aquecimento de 2.000 metros, educativos e série principal com tiros curtos e longos, que somavam, no máximo, 2.000 metros. Para complementar, fizemos longões de 4.000 metros, três vezes por semana", continuou.
Para Marcel, a prova será uma excelente oportunidade para que os atletas sintam uma maratona aquática em águas abertas e possam começar o ano com uma competição em um cenário inspirador.



Ao contrário de Osmar, as provas de longa distância não são novidade para Marcos Bauch, 28 anos. Ele tem experiência em nadar em águas abertas e já deu suas braçadas em lugares como a praia de Pipa, no Rio Grande do Norte, e até na Nova Zelândia.

"Minha meta é fazer uma prova de 10.000 metros em uma das etapas do Circuito Brasileiro", explicou. "Para isso, tenho participado de diversas maratonas aquáticas, sempre tentando melhorar e aumentar as distâncias. Participarei da Travessia dos Bravos e tenho certeza de que será uma ótima experiência.

Essa é a grande curtição da modalidade de natação em águas abertas: ter fôlego e força pra nadar por grandes distâncias." Diz Marcos. 

Nadar em corpos d’água naturais vem dos primórdios da natação, quando ainda não existiam piscinas. Então podemos dizer que a natação em águas abertas é a mãe da natação moderna e praticá-la é uma volta às origens. Inclusive, as provas de natação das primeiras olimpíadas eram todas feitas em lagos ou no mar.
Uma técnica que deve ser bem desenvolvida em maratonistas aquáticos é o de se localizar, e encontrar o seu rumo, enquanto nada sem perder o ritmo e a velocidade, olhando pra frente depois de respirar, afinal as provas de maratonas aquáticas não têm raias, só umas bóias esporádicas e nas travessias tradicionais não há marcação alguma, só a sua capacidade de localização.
É sempre bom lembrar que devemos sempre estar em dia com nossos exames clínicos e ter um acompanhamento médico regular. 

Diferentemente da corrida, passar mal dentro da água pode ser bem mais perigoso, uma vez que o resgate e o atendimento são mais difíceis.


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