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domingo, 19 de outubro de 2014

Hemorrede reúne técnicos e usuários do Sus para discutir assistência e tratamento da hemofilia Foto: Imagem ilustrativa/da web


Reportagem compartilhada da Conexão Tocantis
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Profissionais de saúde do Tocantins se reuniram dia  30 de setembro, para discutir "Os avanços e a perspectiva da hemofilia no Brasil", tema do “Dia D da Hemofilia”. 

A programação iniciou às 9h com oficinas para pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde no Ambulatório do Hemocentro localizado no Hospital Geral de Palmas (HGP). 

No período da tarde foi realizada uma mesa de debates sobre o tema, que aconteceu no auditório do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a partir das 14h. O encontro foi organizado pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesau)/Hemorrede. 

Na ocasião, a presidente da Federação Brasileira de Hemofilia, Tânia Pietrobelli e o mestre em Fisiologia e Farmacologia e consultor médico-científico na área de Hemofilia da Baxter Indústria Farmacêutica, Dr. Ricardo Camelo estarão presentes para um debate sobre o assunto.

 Segundo a coordenadora da Hemorrede do Tocantins, Heliane de Souza, o encontro visou reunir os profissionais que atuam no Ambulatório de Hemoterapia e pacientes hemofílicos para refletir sobre a qualidade do tratamento e refletir sobre os melhoramentos necessários para a rede de atendimento hemofílico.

A programação ainda inclui oficinas direcionadas a pacientes em tratamento e acompanhantes e atividades voltadas para os servidores do Ambulatório de Hemoterapia e pacientes hemofílicos, além de discussões com profissionais de saúde acerca do tema do evento.

Hemofilia




Por ser uma doença genético-hereditária, a hemofilia causa desordem no mecanismo de coagulação do sangue. Segundo a coordenadora de Gestão da Hemorrede do Tocantins, Heliane de Souza, a doença é resultado da deficiência do fator VIII (hemofilia A) ou IX (hemofilia B) de coagulação do sangue e se manifesta predominantemente em indivíduos do sexo masculino.

Ainda de acordo com a coordenadora, no Tocantins, são assistidos pelo Ambulatório de Hematologia de Palmas e de Araguaína 65 portadores da doença, sendo 52 deles portadores de Hemofilia A e 13 portadores de Hemofilia B.

Tratamento

Os ambulatórios oferecem tratamento aos portadores da hemofilia conforme protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde (MS). 


O tratamento oferecido consiste na profilaxia primária (procedimento preventivo indicado para pacientes com até três anos de idade), a profilaxia secundária (indicado para pacientes maiores de quatro anos de idade) e a Terapia de Indução de Imunotolerância (tratamento indicado para as pessoas com hemofilia A que desenvolveram o inibidor é a imunotolerância, que tem o objetivo de erradicar o inibidor).





Confira como foi a Programação

Programação


Matutino

Público-Alvo: pacientes, familiares, servidores da Hemorrede e do município onde reside o paciente.

Local: Ambulatório de Hematologia (HGP)

7h – Credenciamento/ entrega de material (Recepção)


9h-  Abertura


9h15 – Apresentação da Hemorrede / Baxter


10h – Oficinas com os pacientes (Baxter, Federação, Ambulatório)

Pesquisa do perfil socioeconômico dos pacientes (Serviço Social)
Atualização Cadastral (Recepção)
Capacitação de um profissional do município (Enfermagem)
Vespertino.

Público-Alvo: servidores da Hemorrede, acadêmicos, pesquisadores e profissionais da área.
Local: Sebrae

14h – Atendimento e lista de presença


14h20 – Abertura oficial do evento


14h50 - Mesa redonda: “Avanços e Perspectiva da Hemofilia no Brasil”.


Mediadores: Dr. Ricardo Mesquita Camelo, representante da Baxter e Tânia Maria Onzi Pietrobelli, Presidente da Federação Brasileira de Hemofilia.

16h50 - Encerramento


16h50 - Coffee break (Ascom Sesau)


Agradecimentos à Conexão Tocantins. 

http://conexaoto.com.br/2014/09/30/hemorrede-reune-tecnicos-e-usuarios-do-sus-para-discutir-assistencia-e-tratamento-da-hemofilia




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Em 1911, o Cais do Valongo foi aterrado e redescoberto 100 anos depois

Nasci hemofílico, virei guerreiro de sangue...

No meu imaginário de criança, era super herói, Super poderes? Sim, claro... resiliência,.. sensor de perigo igual o do homem aranha e capacidade de regeneração do Volwerine. . Brincando com efeitos especiais, olha no que deu... dei vida a imaginação.

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