MINUTO A MINUTO

Férias chegando. Tomara dona hemofilia também de ferias...



SOBRE HEMOFILIA

evolução

CIRURGIA.

  • Written by Sora Templates

    HC Realiza Primeira Cirurgia Em Triatleta Hemofílico.

REVOLUÇÃO

CIÊNCIA

  • Written by Sora Templates

    Primeiro embrião híbrido de humano e porco foi criado em laboratório.



,
,

mais notícias

,

,

últimos dias

Eu e minha companheira de traquinagens. Aprontamos mais que dona hemofilia. Aniversário dela sexta-feira 13, sugestivo não? Ainda vimos um gato preto no caminho do salão de festas. Tia artrose tentou aprontar, mas uma fatorada com codeina e tudo foi bem. Entrando de férias agora, programando viagem pra curtir BH e aproveitar pra pegar fator. Ou seria o contrário. Certeza? De que a hemofilia não impede um viver de bem com a vida.

quadrilha de hemofílico

Entrei pra uma quadrilha, calma, não fui pra política. Festas juninas e julinas, é disso que estou falando, época que amo. Já dancei muita quadrilha, hoje vou só de observador e comedor. Falando nisso a festa junina da APH foi um show.

acidente de percurso

Depois de uma semana de muleta já estou bom e pronto pra outra.... (riso)



ANUNCIE AQUI
.
» »Da Redação » HEMOFILIA EM ANIMAIS

"A hemofilia pode ocorrer também em animais, veja aqui como funciona o tratamento desta doença hereditária que pode afetar não somente humanos, mas cães e gatos."

Hemofílicos tem uma deficiência de um dos fatores do sangue, o que pode acarretar frequentes hemorragias. Nos animais o  principal grupo a apresentar a patologia são os cães machos e, normalmente, a doença aparece ainda nos primeiros anos de vida.



Causada pela deficiência de fatores de coagulação, a hemofilia pode apresentar dois tipos: A e B. O primeiro se caracteriza pela diminuição do fator VIII de coagulação e o segundo pela diminuição do fator IX de coagulação.

Os sinais clínicos podem se apresentar precocemente através de sangramento excessivo pelo cordão umbilical ou hemorragia gengival após troca de dentes de leite. 

A doença se caracteriza também por hemorragias espontâneas ou causadas por leves traumatismos, além de hemartroses, que são sangramentos dentro do espaço articular, hematomas e sangramentos pelo trato urogenital e gastrointestinal.

Não existe cura para a hemofilia em animais, assim com não há para humanos. O acompanhamento dessa doença, assim como de outras doenças hematológicas, deve ser realizado por um médico veterinário hematologista, que é especialista nos temas relacionados ao sangue.

Como é feito o tratamento? 

Os cães hemofílicos apresentam episódios recorrentes de hemorragias e necessitam de terapias de reposição de fatores de coagulação periódicas, que podem ser feitas com sangue fresco, plasma fresco ou crioprecipitado.




Além disso, devido à perda recorrente de sangue, os pets também podem apresentar quadros graves de anemia. Nestes casos, o tratamento é feito com o auxilio de uma transfusão de concentrado de hemácias.





DOAÇÃO DE SANGUE EM ANIMAIS 

Os animais também podem ser doadores de sangue e ajudar a salvar vidas. Para ser um doador, um cão precisa estar com a saúde em dia e ter um temperamento tranquilo e preencher os seguintes requisitos:




- Pesar mais do que 25kg;

- Ter idade entre 2 e 7 anos;

- Estar com a carteira de vacinação em dia e vermifugação em dia..

- Não ter apresentado carrapatos recentemente e serem negativos para hemoparasitoses: doenças como a babesiose, erliquiose e doença de Lyme recentemente, mesmo que elas tenham sido tratadas de maneira bem sucedida;

- Não estar no cio, no caso das fêmeas;

- Nunca ter recebido transfusão de sangue.

FONTE; *Viviane Azevedo Ferreira Côrtes é médica veterinária responsável pelo atendimento de hematologia do Pet Care, junto com a Dra. Ludmila Rodrigues Moroz.


   Hemofilia A em um cão Dachshund: 
    relato de caso

Magnus Larruscaim Dalmolin, Luciana de Almeida Lacerda,
Simone Tostes de Oliveira Stedile, Viviane Pedralli, Ana Cláudia Tourrucôo

Resumo

O objetivo deste trabalho foi relatar um caso de hemofilia clássica canina. Um cão da raça Dachshund, macho, de um ano de idade, foi atendido em hospital veterinário de ensino devido a uma intensa epistaxe há mais de um dia. O paciente apresentava membranas mucosas pálidas, hematomas no pescoço, apatia e condição corporal magra. 

Devido à anemia grave o cão recebeu transfusão de sangue total fresco compatível e, durante o procedimento, a hemorragia cessou. Após recuperação clínica (cerca de 20 dias), o paciente foi encaminhado para orquiectomia e um dia após a cirurgia retornou ao hospital apresentando anemia grave, hemorragia escrotal intensa e hematomas abdominais. 

A hemorragia foi interrompida após outra transfusão de sangue total fresco compatível. 

A avaliação da hemostasia identificou tempo de sangramento da mucosa bucal, tempo de protrombina e concentração do antígeno do fator de von Willebrand dentro dos valores de referência. 

No entanto, um prolongamento do TTPA (39 segundos) e uma redução na atividade coagulante do fator VIII (1%) foram identificados. Com estes resultados, o paciente foi diagnosticado com hemofilia A severa. 

Atualmente o paciente é mantido com boa qualidade de vida e os episódios hemorrágicos são controlados com sangue total fresco compatível (quando há necessidade de hemácias), plasma fresco congelado ou crioprecipitado.

VEJA OU BAIXE TODO
RELATO DE CASO EM PDF












.

«
Next
Postagem mais recente
»
Previous
Postagem mais antiga
tudo sobre hemofilia

,