Diário de Um Hemofílico de Bem Com A Vida e Notícias e Tudo Sobre Hemofilia

sábado, 27 de agosto de 2016

Atletas com hemofilia vencem barreiras pelo esporte

 Quinta, 18 Agosto 2016 14:54 
Escrito por RS Press Publicado em Saúde I

Federação Brasileira de Hemofilia destaca que a coagulopatia hereditária não impede atletas de praticarem esportes.  



Os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro têm sido o centro das atenções do mundo inteiro e os atletas participantes desta edição têm se destacado pela excelente atuação e, principalmente, pelas emocionantes histórias de vida. 

 A história não é diferente no caso de atletas com disfunções hemorrágicas. 

A hemofilia, por exemplo, não impediu que os atletas Francesco Fiorini, Enrico Mazza e Luca Montanha participassem da 45° edição da maratona de Nova York, um dos maiores eventos esportivos do mundo. 



E também não impossibilitou que o britânico Alex Dowsett (veja mais sobre ele) atingisse altas velocidade sobre uma bicicleta e se tornasse um campeão reconhecido internacionalmente. 

No imaginário popular, ainda está impregnada a ideia de que pessoas com hemofilia são frágeis e não podem praticar esportes, mas a profilaxia possibilita mais liberdade e qualidade de vida para essas pessoas. 

A presidente da Federação Brasileira de Hemofilia (FBH), Mariana Battazza Freire, ressalta que os atletas com hemofilia em competições são uma inspiração para a nova geração. "Eles são a prova de que o tratamento de profilaxia individualizado é totalmente eficaz e permite que todas as pessoas com coagulopatias trabalhem, se divirtam, treinem e estejam em igualdade de condições com as pessoas sem coagulopatias. 

Não podemos negar: um atleta com hemofilia é o símbolo da autonomia, da liberdade do sucesso do tratamento.” 

 A presidente da FBH pontua ainda a necessidade de acompanhamento médico adequado, pois um atleta de alto rendimento com hemofilia precisa de um acompanhamento profissional muito estrito em relação ao seu treinamento e à reposição antecipada de fator de coagulação. Segundo Mariana, a prática regular de um esporte, associada à profilaxia e acompanhamento médico adequado, resulta em aumento da resistência muscular diminuindo os riscos de lesões articulares, além de trazer benefícios emocionais. “O esporte ajuda a aliviar o estresse do cotidiano, favorece a socialização e traz bem-estar emocional”, destaca. Saiba mais: 

A hemofilia é uma disfunção crônica, genética, não contagiosa, sendo que 1/3 dos casos ocorrem por mutação genética e 2/3 por hereditariedade. Existem dois tipos, que podem ser classificados entre leve, moderada e grave. A hemofilia A é a mais comum e representa 80% dos casos, ela ocorre devido deficiência do Fator VIII (FVIII) de coagulação no sangue. Já a hemofilia B acontece pela deficiência do Fator IX (FIX). 

 Sobre a Federação Brasileira de Hemofilia: Site: http://www.hemofiliabrasil.org.br/

Facebook:
https://www.facebook.com/Hemofilia?fref=ts





A hemofilia não impede um viver de bem com aa vida, todos temos alguma limitação, mas por outro lado infinitas possibilidades. Temos de aprender a conhecer nosso corpo, nós conhecer e entender quais limites temos de superar e quais respeitar...  Respeitar os limites não é sinal de fraqueza, mas potencializar nossos pontos forte e minimizar os pontos fracos. 









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