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Eu e minha companheira de traquinagens. Aprontamos mais que dona hemofilia. Aniversário dela sexta-feira 13, sugestivo não? Ainda vimos um gato preto no caminho do salão de festas. Tia artrose tentou aprontar, mas uma fatorada com codeina e tudo foi bem. Entrando de férias agora, programando viagem pra curtir BH e aproveitar pra pegar fator. Ou seria o contrário. Certeza? De que a hemofilia não impede um viver de bem com a vida.

quadrilha de hemofílico

Entrei pra uma quadrilha, calma, não fui pra política. Festas juninas e julinas, é disso que estou falando, época que amo. Já dancei muita quadrilha, hoje vou só de observador e comedor. Falando nisso a festa junina da APH foi um show.

acidente de percurso

Depois de uma semana de muleta já estou bom e pronto pra outra.... (riso)



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» »Da Redação » Atletas com hemofilia vencem barreiras pelo esporte

 Quinta, 18 Agosto 2016 14:54 
Escrito por RS Press Publicado em Saúde I

Federação Brasileira de Hemofilia destaca que a coagulopatia hereditária não impede atletas de praticarem esportes.  



Os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro têm sido o centro das atenções do mundo inteiro e os atletas participantes desta edição têm se destacado pela excelente atuação e, principalmente, pelas emocionantes histórias de vida. 

 A história não é diferente no caso de atletas com disfunções hemorrágicas. 

A hemofilia, por exemplo, não impediu que os atletas Francesco Fiorini, Enrico Mazza e Luca Montanha participassem da 45° edição da maratona de Nova York, um dos maiores eventos esportivos do mundo. 



E também não impossibilitou que o britânico Alex Dowsett (veja mais sobre ele) atingisse altas velocidade sobre uma bicicleta e se tornasse um campeão reconhecido internacionalmente. 

No imaginário popular, ainda está impregnada a ideia de que pessoas com hemofilia são frágeis e não podem praticar esportes, mas a profilaxia possibilita mais liberdade e qualidade de vida para essas pessoas. 

A presidente da Federação Brasileira de Hemofilia (FBH), Mariana Battazza Freire, ressalta que os atletas com hemofilia em competições são uma inspiração para a nova geração. "Eles são a prova de que o tratamento de profilaxia individualizado é totalmente eficaz e permite que todas as pessoas com coagulopatias trabalhem, se divirtam, treinem e estejam em igualdade de condições com as pessoas sem coagulopatias. 

Não podemos negar: um atleta com hemofilia é o símbolo da autonomia, da liberdade do sucesso do tratamento.” 

 A presidente da FBH pontua ainda a necessidade de acompanhamento médico adequado, pois um atleta de alto rendimento com hemofilia precisa de um acompanhamento profissional muito estrito em relação ao seu treinamento e à reposição antecipada de fator de coagulação. Segundo Mariana, a prática regular de um esporte, associada à profilaxia e acompanhamento médico adequado, resulta em aumento da resistência muscular diminuindo os riscos de lesões articulares, além de trazer benefícios emocionais. “O esporte ajuda a aliviar o estresse do cotidiano, favorece a socialização e traz bem-estar emocional”, destaca. Saiba mais: 

A hemofilia é uma disfunção crônica, genética, não contagiosa, sendo que 1/3 dos casos ocorrem por mutação genética e 2/3 por hereditariedade. Existem dois tipos, que podem ser classificados entre leve, moderada e grave. A hemofilia A é a mais comum e representa 80% dos casos, ela ocorre devido deficiência do Fator VIII (FVIII) de coagulação no sangue. Já a hemofilia B acontece pela deficiência do Fator IX (FIX). 

 Sobre a Federação Brasileira de Hemofilia: Site: http://www.hemofiliabrasil.org.br/


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