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Férias chegando. Tomara dona hemofilia também de ferias...



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Eu e minha companheira de traquinagens. Aprontamos mais que dona hemofilia. Aniversário dela sexta-feira 13, sugestivo não? Ainda vimos um gato preto no caminho do salão de festas. Tia artrose tentou aprontar, mas uma fatorada com codeina e tudo foi bem. Entrando de férias agora, programando viagem pra curtir BH e aproveitar pra pegar fator. Ou seria o contrário. Certeza? De que a hemofilia não impede um viver de bem com a vida.

quadrilha de hemofílico

Entrei pra uma quadrilha, calma, não fui pra política. Festas juninas e julinas, é disso que estou falando, época que amo. Já dancei muita quadrilha, hoje vou só de observador e comedor. Falando nisso a festa junina da APH foi um show.

acidente de percurso

Depois de uma semana de muleta já estou bom e pronto pra outra.... (riso)



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» »Da Redação » Von Willebrand é tema de Simpósio Promovido Pela FBH Dentro do Hemo

Atividade pré-congresso, foi realizada no dia 9 de novembro, em Florianópolis, organizada pela Federação Brasileira de Hemofilia e com apoio da Federação Mundial de Hemofilia. Durante as atividades prévias do Congresso Brasileiro de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (HEMO 2016), a Federação Brasileira de Hemofilia (FBH), com apoio da Federação Mundial de Hemofilia (FMH), apresentará o VWD Symposium.
O simpósio sobre a Doença Von Willebrand (DVW) trouxe palestrantes nacionais e internacionais de destaque na área da hematologia, que abordarão temas como diagnóstico, tipos da doença, tratamento, aspectos da DVW no Brasil e a conscientização desse distúrbio que atinge 6.544 pessoas no Brasil.

O evento gratuito foi realizado dia 9 de novembro das 14 às 17:30h, Centro Sul – Centro de Convenções de Florianópolis, e direcionado a profissionais da saúde e associações de pacientes inscritos ou não no HEMO 2016. A DVW é a coagulopatia hereditária mais comum em diferentes populações humanas, acometendo a proporção de um caso para cada 100 habitantes. 

A doença é caracterizada por uma deficiência quantitativa e/ou qualitativa do fator de von Willebrand, uma glicoproteína plasmática que reveste a parede interna dos vasos sanguíneos. 

Seus sintomas são parecidos com os da hemofilia: sangramentos, hematomas e dores. 

A principal diferença entre a doença de von Willebrand e a hemofilia é que a segunda atinge apenas homens, enquanto a doença de von Willebrand tem maior prevalência entre as mulheres. Os sangramentos geralmente são nasais (epistaxes), mas também ocorrem nas gengivas (gengivorragias), além de manchas roxas na pele (equimoses) e hipermenorragia nas mulheres.

Participaram do Evento:

Claudia Lorenzatto – Graduada em medicina pela UFPel, em Pelotas no Rio Grande do Sul. Residência médica em pediatria no hospital Evangélico de Curitiba, PR; residência médica em Hematologia e Hemoterapia no Hospital Governador Celso Ramos/HEMOSC em Florianópolis (SC). Especialista em transplante de MEDULA ÓSSEA PELA UFPR, Curitiba no Paraná. Mestre em Pediatria pela UFPR, foco em Transplante de medula óssea e cursando Doutorado em pediatria com foco em Hemofilia. Curso de extensão em Hemofilia em Oxford – Inglaterra, pela Federação Mundial de Hemofilia. Médica do HEMEPAR, Responsável pelo tratamento de hemofilia no Estado do Paraná e membro do Comitê de Assessoramento Técnico do Ministério da Saúde e da FBH. 

Guilherme Genovez – Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Santa Catarina (1984); Residência médica pelo Hospital Governador Celso Ramos (1987); Aperfeiçoamento em Blood Transfusion Transmitted Disease pela Japan International Cooperation Agency (1993). Coordenador da Coordenação Geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde entre 2008 e 2014. Atualmente é Médico Hematologista do Centro de Hemoterapia e Hematologia de Santa Catarina, Médico Hematologista da Hospital Governador Celso Ramos, Médico Plantonista e Diarista da UTI da Hospital de Caridade Nosso Senhor dos Passos, Assessor Médico do Laboratório Santa Luzia, Médico Hematologista da Clínica SOS Cardio e Professor da Universidade do Sul de Santa Catarina. É membro do Comitê de Assessoramento Técnico da FBH. Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Clínica Médica. Atuando principalmente nos seguintes temas: Hematologia e Hemoterapia.

Margareth Ozelo – Graduada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM UNICAMP) (1993); Residência médica em Hematologia e Hemoterapia pela FCM UNICAMP (1997); Doutora em Ciências Médicas pela Universidade Estadual de Campinas (2004) e pós-doutorado em Terapia Gênica para Hemofilia pela Queen’s University, Kingston, Canadá (2009). Professora da Disciplina de Hematologia e Hemoterapia do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP (2013). 

Atualmente é Diretora da Divisão de Hematologia do Departamento de Clínica Médica, FCM UNICAMP. É membro do Comitê de Assessoramento técnico da FBH. Coordena diversos projetos de pesquisa, com ênfase em Hematologia, atuando principalmente nos seguintes temas: hemostasia, distúrbios hemorrágicos, plaquetas, hemofilia, trombofilia, células endoteliais e terapia gênica. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq – Nível 1D. 

Silmara Montalvão – Doutorado em Clínica Médica pela Universidade Estadual de Campinas UNICAMP (2015-2018). Mestrado em Clínica Médica pela Universidade Estadual de Campinas UNICAMP (2011-2014). Especialização (Lato sensu) em análises clínicas pelo Centro Universitário Hermínio Ometto (2008-2009). Graduação em Farmácia Bioquímica pela Universidade São Francisco (2007-2009). . É membro do Comitê de Assessoramento técnico da FBH. Atualmente é supervisora técnica do Laboratório de Hemostasia do Hemocentro da UNICAMP.


De acordo com o presidente da ABHH (Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia),  “O HEMO é Terceiro maior evento do mundo ocidental da especialidade, o Congresso Brasileiro de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular é direcionado para diferentes perfis. Dos mais experientes até os mais jovens, que podem apresentar seus trabalhos científicos e ter contato com os chamados “livros vivos” da área.  

O Hemo é o momento em que a nossa especialidade mostra para toda a comunidade científica e, para a sociedade em geral, a força e a pujança que vem adquirindo ao longo dos últimos anos. ” Quem faz parte da área medico científica sabe a importância de se manter sempre atualizado para fornecer segurança e confiança aos pacientes.  

O HEMO teve um espaço exclusivo destinado aos jovens que ainda estão na faculdade, bem como pós-graduando em mestrados e doutorados, para apresentarem seus trabalhos científicos, ou seja, suas teses de iniciação científica assim como projetos que defenderão perante as bancas das maiores e melhores universidades do país.

 O HEMO contou com a presença de ilustres convidados internacionais vindo de diferentes países como EUA, Itália, Portugal, Alemanha, Holanda, Canadá, Espanha, México, Inglaterra, França, Suíça e Austrália para realizar um intercâmbio nas áreas de onco-hematologia, anemias, hematologia pediátrica, hemoterapia, trombose, hemostasia, captação, terapia celular e citometria de fluxo. 

 Houve durante o HEMO um treinamento de auditores cujo objetivo será transmitir conhecimento sobre a utilização dos padrões ABHH/AABB, relacionada ao sistema de gestão da qualidade e também técnicas de auditoria. Algo extremamente valoroso para quem atua/trabalha nessa área. Durante o HEMO haverão debates em mesas redondas com diversos profissionais gabaritados trocando conhecimentos sobre as mais diversas áreas da hematologia, assim como conferências e simpósios corporativos. 

O HEMO 2015 contou ainda com a presença de diversos expositores respeitados da área de medicamentos, controles de qualidade e equipamentos médicos, como EMS, PNCQ e FANEM respectivamente. 


A Sensorweb esteve junto com a FANEM,  conversando sobre soluções eficazes para a cadeia do frio em especial para a conservação do sangue e seus derivados, além de uma linha completa de equipamentos que garantem melhor eficácia e menores perdas desse insumo tão sensível. 

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