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» »Da Redação » FORNECIMENTO DE FATOR NA GESTÃO GILBERTO BARROS

Jornal Gazeta do Povo, do estado do Paraná publicou matéria com o titulo, "Na Gestão Barros, cinco empresas forneceram remédios para coagulopatias hereditárias". 

Segundo a referida matéria, "No centro de um imbróglio desde meados do ano, a Hemobrás (Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia), de Pernambuco, não concentra o fornecimento de remédios para coagulopatias hereditárias ao Ministério da Saúde. 

Ao menos não quando se leva em consideração os contratos da pasta assinados no período da gestão do paranaense Ricardo Barros (PP), que está há quase dois anos no comando da área." De fato, em parte verdade.

Conforme informa ainda a reportagem,   Levantamento realizado pelo jornal,  apontariam  150 contratos firmados pelo Departamento de Logística em Saúde do ministério, entre 2016 e 2017, com cinco empresas diferentes, que  forneceram medicamentos para coagulopatias hereditárias, que são os “concentrados de fator de coagulação”.


 São três as coagulopatias hereditárias mais comuns: a hemofilia A, a hemofilia B e a doença de von Willebrand. 

Essa informação procede,  e ainda é  verdadeira a informação de que, espanhola Grifols e a CSL Behring também assinou o mesmo número de contratos no período, quatro. Seguidas, das empresas Octapharma Pharmaceutika Productionsges NBH e a Hemobrás, com dois contratos cada uma. A empresa Novo Nordisk Healthcare AG tem um contrato.
Porém o que a matéria não diz é que,  a dois tipos de fatores para tratamento de hemofilia,  recombinantes e plasmáticos.  E  o imbróglio citado na própria reportagem refere se somente aos recombinantes. Os quais um contrato de transferência de tecnologia  dava exclusividade de compra ao laboratório SHIRE. 


O citado imbróglio começa com o cancelamento deste contrato pelo Ministério da Saúde, que diz ter feito isso porque a Shire não teria cumprido partes do contrato. 

A Shire nega. Até esse ano somente recombinante da Shire estava aprovado pela ANVISA para comércio no Brasil.  Mas já foi aprovado da Novo Nordisk e Octapharma.  Alternativas a que agora o Ministério da Saúde poderia recorrer.  Lembrando que a compra caso se mantenha cancelado o contrato deve ser feito por licitação. 

 A justiça em 10 de novembro  determinou que a compra com base no contrato Seja mantida. Hemofilia News semana passada apurou que a Shire ainda não recebeu pedido formal da compra. Hemofilia News entrou em contato com a Shire. Que repassou essa informação.  

Ainda segundo a Shire ela tem cumprido sua parte no acordo. E que a decisão judicial só confirma isso é que o contrato segue válido.  Hemobrás e Ministério da Saúde dizem que tudo está sob controle e não há risco de desabastecimento.  Informações passadas pela Federação Brasileira de Hemofilia que acompanha o caso. A FBH garante não haver risco de desabastecimento. 


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