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VEJA TUDO SOBRE O DIA MUNDIAL DA HEMOFILIA

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7 Fórum da ABRAPHEM

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No dia 24 de agosto,, a ABRAPHEM realizou o 7ª edição do seu Fórum Nacional, com o tema “Tecendo a rede de cuidado integral”. Evento on lineClica Para Ler Tudo

LAW SUMIT

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A vice-presidente da ABRAPHEM, Luciana Monteiro, participou do Law Summit Terceiro Setor da OAB/SP, acompanhando debates estratégicos sobre o fortalecimento das organizações da sociedade civil e o ambiente regulatório do setor. Clica Para Ler Tudo


AUDIENCIA PUBLICA SENADO

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mm, A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) realizou em 25 de junho de 2026 uma audiência pública para debater os desafios e as desigualdades no acesso ao tratamento da hemofilia no Sistema Único de Saúde (SUS).m Clica Para Ler Tudo


TEC MED

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Abraphem esteve presente no INTERPAC 2026, representada por sua Presidente de Relações Institucionais, Mariana Battazza. Iniciativa da Interfarma espaço de diálogo e construção coletiva sobre a participação social em saúde, Clica Para Ler Tudo

ABRAPHEM DIA MUNDIAL

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No dia. Mundial da hemofilia a A ABRAPHEM promoveu evento presencial on line pelo dia mundial. A AABRAPHEM apresentou um resumo da suas ações desde sua fundação. Clica Para Ler Tudo


abraphem e microhealt

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-"Participei dos testes da microhealt no Brasil. Ele auxilia no gerenciamento do tratamento. Em pareceria com a ABRAPHEM, No mês da hemofilia fizemos a divulgação em evento da Hemominas. Clica Para Ler Tudo


Viajando pelo dia mundial

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Estivemos em São Paulo participando da reunião ordinária da ABRAPHEMda sintese de ações da ABRAPHEM e seu evento pelo dia mundial da hemofilia Clica Para Ler Tudo


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Acompanhe aqui todos os eventos pelo dia muhdial da hemofilia.

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EMICIZUMABE PARA CRIANÇAS ATÉ 6 ANOS

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A primeira decisão da CONITEC foi negativa, após consulta pública e com Ministério da Saúde posicionando favorável o Emicizumabe foi incorporado para crianças de 2 à 6 anos de idade. Já há pacientes nessa faixa etária usando em muitos centros de tratamento. A aplicação é subcutânea, começa com uma dose de ataque semanal. Depois a dose de manutenção pode ser semanal, quinzenal ou mensal. clique pra saber todos os detalhes.

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Hemofilia em séries



visita á hemobrás

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A Hemobrás mais uma vez promoveu uma visita de representantes de associações e usuários. Ano passado visitei a Fabrica. Hemobrás é a fábrica brasileira de Hemoderivados e biofarmacos Confira tudo e saiba mais sobre a Hemobrás.



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DIÁRIO DE UM HEMOFÍLICO

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Ostentação pra quem tem hemofilia e ter fator em casa, dia de repor o estoque. Viajando 200km pra buscar fator Belo Horizonte, viagem com meus pais pra aproveitar e curtir a capital. Antes liberava 12 doses, mas só tó pegando 6. Mas foi uma boa viagem. Clica Para Ler Tudo


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» »Da Redação » FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE HEMOFILIA TEM NOVO ENCONTRO COM MINISTRO DA SAÚDE



A presidente da FBH, Tania Maria Onzi Pietrobelli, reuniu-se mais uma vez com o Ministro da Saúde Ricardo Barros. 

A reunião aconteceu no dia 19 de Outubro e na oportunidade o Ministro reafirmou a continuidade no fornecimento de fatores de coagulação para as pessoas com Hemofilia, Doença de von Willebrand e outras Coagulopatias Hereditárias. 

A Federação Brasileira de Hemofilia continua atuando junto ao governo para que todos tenham acesso ao tratamento adequado.





O deputado federal Mauro Pereira (PMDB-RS), acompanhado da presidente da Federação Brasileira de Hemofilia (FBH) Mariana Battazza Freire e a presidente do comitê técnico da FBH, Tânia Maria Onzi Pietrobelli, esteve com o ministro da Saúde, Marcelo Castro e o secretário executivo da pasta, Agenor Álvares, para tratar da compra do fator VIII recombinante, fundamental para o tratamento da hemofilia. Segundo o ministro, o contrato para a compra do medicamento já foi assinado com a Hemobrás. “A distribuição continuará ocorrendo, sem interrupção do tratamento”, informou Marcelo Castro. 

O deputado Mauro Pereira comemorou a notícia. “São milhares de pacientes pelo país que aguardam a garantia da dose necessária do remédio para a continuidade do tratamento”, disse. 

Outro assunto tratado na reunião foi a conclusão da elaboração da portaria que regulamenta o tratamento da Hemofilia nas três esferas do Sistema Único de Saúde (SUS): estados, municípios e a União. 

Segundo Mariana Freire, com essa portaria cada agente responsável pelo processo do tratamento terá definido a sua área de atuação e responsabilidade. 

“Hoje temos graves problemas no país porque estados e municípios não cumprem com o tratamento adequado e não tem responsabilidades definidas”, explicou a presidente da FBH. 
“Isso é importante para que possamos deixar claro quem está cumprindo o seu papel, quem está fazendo o seu dever de casa e de quem precisamos cobrar e exigir que cumpra as exigências mínimas para garantir o tratamento adequado para todos os pacientes de Norte a Sul”, defendeu o deputado Mauro Pereira. 

 Tânia Pietrobelli cobrou também a garantia de distribuição de medicamento para 1 mês de tratamento. “São 123 Centros de tratamento de Hemofilia (CTH) em todo o país.
Muitos pacientes moram longe desses centros e precisam se deslocar toda semana para garantir a medicação. Isso faz com que muitos desistam de se tratar e voltem a desenvolver as sequelas”, explicou. O ministro Marcelo Castro recebeu as demandas e se comprometeu a avaliar a viabilidade.


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Medicamentos Para Doenças
Raras Terá Tratamento Diferenciado

Da Redação | 14/03/2016, 13h24 -
ATUALIZADO EM 14/03/2016, 16h29




Os chamados "medicamentos órfãos”, que se destinam ao tratamento de doenças raras e são produzidos no exterior, poderão receber tratamento legal que facilite sua importação e seu registro nos órgãos sanitários do Brasil.  É o que estabelece o Projeto de Lei do Senado (PLS) 31/2015, do senador Alvaro Dias (PV-PR), que a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) vai apreciar em reunião marcada para a próxima terça-feira (15), às 10h. 

São consideradas raras as doenças cuja incidência não ultrapasse 65 casos por 100 mil habitantes.

Em muitos doenças, o número de afetados é tão pequeno que acaba afastando, por restrição de mercado, o interesse da indústria farmacêutica na fabricação. Por isso, a designação de "medicamento órfão”. Com o projeto, as pessoas que possuem essas doenças deverão enfrentar menos obstáculos para as aquisições de modo direto. 

As empresas importadoras também ficarão livres de parte das atuais exigências burocráticas para buscar os medicamentos no exterior. 
Na visão do autor, a burocracia envolvida na importação dos medicamentos talvez seja a pior das barreiras produzidas pelo Estado. Alvaro Dias acrescenta que sua proposta busca “mitigar o problema de um número significativo de pessoas cuja saúde e vida dependem da importação desses medicamentos ausentes do mercado nacional e que sofrem com as dificuldades e as incertezas desse processo”. 

Exceção O projeto define claramente uma exceção à regra atual que veda a importação de medicamentos, drogas e insumos farmacêuticos sem prévia autorização do Ministério da Saúde, para favorecer a importação desses fármacos diretamente por pessoas físicas, em quantidade adequada para uso individual. 
Hoje, a importação pode ser feita de modo direto pelo usuário, desde que o produto conste de lista elaborada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de medicamentos para doenças raras. 


Com o projeto, a lógica será inversa: a lista será composta dos medicamentos submetidos a regime especial de controle e que não se destinem à revenda ou comércio. Somente esses não poderão ser livremente importados. 

Já o procedimento de autorização para a importação de "medicamento órfão" por empresa importadora deverá seguir rito simplificado, a ser regulamentado pelo governo. 
Pelo texto, será inclusive dispensada a exigência de registro prévio do fármaco no Ministério da Saúde quando o produto tiver sua comercialização aprovada pelo órgão oficial de registro da União Europeia ou dos Estados Unidos. 

A ideia é que, com menos burocracia, o acesso do doente a esses medicamentos seja facilitado. 

A matéria conta com o apoio do relator, senador Ronaldo Caiado (DEM-GO). Para ele, é inegável que o projeto traz benefícios para a população. Segundo o senador, o mérito da proposta é desburocratizar as exigências de autorizações e registros prévios, que atuam no sentido de coibir o alcance dos enfermos a esses medicamentos. 

Se aprovado, o projeto seguirá para a análise da Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde vai tramitar em caráter terminativo. Outros projetos Na mesma reunião, a CAE deve votar o substitutivo do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) ao PLS 229/2009. Do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), o texto estabelece normas gerais sobre orçamento, controle e contabilidade pública, visando tornar mais realista o Orçamento da União.
A matéria estava na pauta da reunião da semana passada, mas um pedido de vista coletivo adiou a votação. A CAE também deve votar o PLS 195/2012, que torna obrigatório o uso de sistema antitravamento das rodas (ABS) nos carros, e o PLS 326/2013, que regulamenta o trabalho a distância.

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