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Acompanhe aqui todos os eventos pelo dia muhdial da hemofilia.

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ABRAPHEM DIA MUNDIAL

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Evento Pelo Dia Mundial da Hemofilia da ABRAPHEM. Do acesso à qualidade de vida: o valor da inovação terapêutica. No 11 de abril Sábado, 09 horas - online. Quem se inscrever terá direiro à uma bolsa têrmica. Link pra inscrição para receber a bolsa será liberado durante o evento Clica Para Ler Tudo


abraphem e microhealt

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-"Participei dos testes da microhealt no Brasil. fantástico." (Maximiliano Anarelli). Auxilia no gerenciamento do tratamento. Em pareceria com a ABRAPHEM, No mês da hemofilia sendo apresentado nos eventos das associações estaduais ligadas á ABRAPHEM. Estaremos em BH dia 14 de abril. 8h. Clica Para Ler Tudo


Viajando pelo dia mundial

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17 de abril, mês do dia mundial da hemofilia. Viajei 9/4 pra São Paulo, 10/4 participamos da assembleia da ABRAPHEM. 11/4 Do eventodo dia mundial da ABRAPHEM. Voltei pro ValedoAço 12/4 e 13/4 fui pra BH. Evento do dia mundial na Hemominas. Divulgamos o app da microhealt. Clica Para Ler Tudo


MAIS NOTÍCIAS

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Em Alusão ao Dia Muhdial da Hemofilia, PROTOCOLOS PARA TRATAMENTO DA HEMOFILIA por Indianara Galhardo, ABRAPHEM. 13 DE ABRIL DE 2026 16H30. AUDITÓRIO DO HEMOSUL Clica Para Ler Tudo


EMICIZUMABE PARA CRIANÇAS ATÉ 6 ANOS

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A primeira decisão da CONITEC foi negativa, após consulta pública e com Ministério da Saúde posicionando favorável o Emicizumabe foi incorporado para crianças de 2 à 6 anos de idade. Já há pacientes nessa faixa etária usando em muitos centros de tratamento. A aplicação é subcutânea, começa com uma dose de ataque semanal. Depois a dose de manutenção pode ser semanal, quinzenal ou mensal. clique pra saber todos os detalhes.

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A Hemobrás mais uma vez promoveu uma visita de representantes de associações e usuários. Ano passado visitei a Fabrica. Hemobrás é a fábrica brasileira de Hemoderivados e biofarmacos Confira tudo e saiba mais sobre a Hemobrás.



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DIÁRIO DE UM HEMOFÍLICO

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Ostentação pra quem tem hemofilia e ter fator em casa, dia de repor o estoque. Viajando 200km pra buscar fator Belo Horizonte, viagem com meus pais pra aproveitar e curtir a capital. Antes liberava 12 doses, mas só tó pegando 6. Mas foi uma boa viagem. Clica Para Ler Tudo



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» »Da Redação » ABRAPHEM SE REUNE COM TCU E SENADOR

ABRAPHEM TEVE DOIS ENCONTROS EM BRASÍLIA 

Um encontro foi com o TCU e outro com um senador
ABRAPHEM Apssociação Brasileira de Pessoas Com Hemofilia se reuniu com o Tribunal de Contas da União (TCU) na pessoa de sua presidente, Mariana Battaza. Mariana foi recebida dia 04 de abril, pelo procurador do Ministério Público Federal para o Tribunal de Contas da União, 
Dr. Marinus Eduardo de Vriés Mársico, em Brasília. 



Segundo informação da ABRAPHEM o intuito desta reunião foi apresentar a missão, propósito e projetos da Associação Brasileira de Pessoas Com Hemofilia, assim como, reforçar o compromisso da ABRAPHEM em atuar em parceria com estes órgãos na defesa dos direitos e melhor tratamento para as pessoas com hemofilia no Brasil. 

Segundo Mariana Battaza "Dr. Marinus, sempre disposto a atender às demandas da hemofilia e trabalhar para que os Acórdãos do TCU sejam cumpridos, mostrou-se muito satisfeito com o propósito da ABRAPHEM e esclareceu que esta parceria com o TCU é muito bem vinda."

 Ainda em Brasília a presidente da ABRAPHEM se reuniu (04/04) com o Senador Major Olímpio (PSL-SP), em Brasília. 



Além de apresentar a missão, propósito e projetos da ABRAPHEM, Mariana discorreu sobre as melhorias ocorridas no tratamento nos anos de 2011 e 2012, assim como, sobre a necessidade da finalização e publicação da Portaria de Atenção às pessoas com hemofilia, vonWillebrand e outras Coagulopatias Hereditárias, que ficou estacionada desde 2014. 

O Senador se mostrou muito interessado pela causa do sangue e das desordens hemorrágicas Hereditárias e se dispôs a colaborar com o atendimentos destas e de outras demandas, levando - as ao Ministro da Saúde, Dr. Luiz Henrique Mandetta. As informações são da ABRAPHEM.


OBJETIVOS DA ABRAPHEM:

A ABRAPHEM é uma associação sem fins lucrativos, criada com o objetivo de ajudar as pessoas com hemofilia e outras coagulopatias hereditárias a buscarem o tratamento individualizado, representando-as na construção de políticas públicas que favoreçam a inserção social e a melhor qualidade de vida. 


Por meio de projetos e ações que disseminam informações asseguradas por profissionais, educação em saúde, apoio, orientação e defesa de direitos, a ABRAPHEM mobiliza parceiros para garantir a universalidade, equidade e integralidade no tratamento para todos.

FONTE: ABRAPHEM



Reportagem do jornal  O Globo informou no dia 14 de março que o Ministério da Saúde estaria recusando novos tratamentos para hemofilia. Reportagem de  MARTA SZPACENKOPF na coluna de Lauro Jardim do jornal o Globo (https://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jardim/post/amp/ministerio-da-saude-recusa-novos-tratamentos-para-hemofilia.html).

Vários novos medicamentos tem surgido para o tratamento da hemofilia e alguns trazendo inovações e melhoras no Tratamento.

Havia expectativa da  incorporação ao SUS dos dois novos medicamentos pelo SUS, para isso teriam de ser aprovados pela Anvisa, o que ocorreu.  Na sequência teriam de ser incorporados ao CONITEC, mas não foran aprovados no primeiro momento. 




Em um segundo momento foram colocados em consulta publica para essa incorporação.  

A Federação Brasileira de Hemofilia e também Associação Brasileira de Pessoas Com Hemofilia (ABRAPHEM) se mobilizaram para convocar a participação da conunidade de pessoas com hemofilia  que foi grande.

Porém o  Ministério da Saúde negou a incorporação ao SUS de dois novos medicamentos para o tratamento de hemofilia. O governo questiona o custo benefício dos tratamentos em relação aos que já são oferecidos. 


 Um estudo realizado pela Associação Brasileira de Pessoas com Hemofilia (Abraphem), nos dados relatados pela CONITEC, um dos medicamentos, o Elocate, geraria uma economia de R$13,5 milhões ao SUS em 5 anos. 

A outra droga negada, o Elprolix, custaria em torno de 0,7% a 2,5% do orçamento da Coordenação Geral de Sangue e Hemoderivados, de acordo com a Abraphem. A entidade entrou com recurso contra a decisão do ministério.

É valida a ação da ABRAPHEM? Sim, o controle social é um direito e um dever, a participação popular aberta  a todos.  

Todo e qualquer cidadão pode opinar sobre seu tratamento. E se um grupo de Mães e pessoas com hemofilia, juntamente com profissionais especialistas se unem em busca de promover avanços no tratamento, nada mais justo que ao sentir que um ato foi equivocado e impede avanços possíveis no Tratamento, se mobilize para intervir.


REPORTAGEM DO JORNAL O GLOBO


ma coluna da lauro jardim, informou no dia 14 de março que o ministério da saúde (estaria) está recusando novos tratamentos para hemofilia. 

 vários novos medicamentos tem surgido para o tratamento da hemofilia, (e alguns) trazendo inovações e melhoria no tratamento. havia expectativa da incorporação ao sus do elocate e do eprolix, para isso teriam de ser aprovados pela anvisa, o que ocorreu. 

na sequência teriam de ser incorporados (ao) pela conitec, mas não foram aprovados no primeiro momento. em um segundo momento foram colocados em consulta publica para essa incorporação. a federação brasileira de hemofilia e também associação brasileira de pessoas com hemofilia - abraphem, se mobilizaram para convocar a participação da comunidade de pessoas com hemofilia, que foi grande. 

Porém o ministério da saúde negou a incorporação ao sus (de) dos dois novos medicamentos para o tratamento de hemofilia. 

o governo questiona o custo benefício dos tratamentos em relação ao que já é oferecido. 

segundo dados relatados (um estudo realizado) pela associação brasileira de pessoas com hemofilia - abraphem, no estudo realizado pela conitec, um dos medicamentos, o elocate, geraria uma economia de r$13,5 milhões ao sus em 5 anos. a outra droga negada, o elprolix, custaria em torno de 0,7% a 2,5% do orçamento da coordenação geral de sangue e hemoderivados. (de acordo com a abraphem). a (entidade) abraphem entrou com recurso (contra) para reverter a decisão do ministério. 

é valida a ação da abraphem? 

sim, o controle social é um direito e um dever. a participação popular é aberta a todos. todo e qualquer cidadão pode opinar sobre seu tratamento. e se um grupo de mães e/ou pessoas com hemofilia, juntamente com profissionais especialistas, se unem em busca de promover avanços no tratamento, nada mais justo que, ao sentir que um ato foi equivocado e impede avanços possíveis no tratamento, se mobilize para intervir. a ação da abraphem é um direito de todos, que está baseada no decreto 7.646, de 21/12/11, artigos 26 a 28. no relatório da conitec, em que a aprovação dos medicamentos em questão são negados, um aparte cita que, a qualquer momento caso surjam fatos novos, uma revisão poderia ser pedida, e por qualquer cidadão. importante frisar que, estes medicamentos são novos e estão ainda em constantes estudos, não sendo difícil que a qualquer momento novidades possam surgir. a federação comentou nas redes sociais sobre o pedido de revisão, afirmando que é o representante das pessoas com hemofilia, cabendo a ela advogar por seus direitos. 

de fato, em princípio sim, por ela estar formada com a representatividade de mais de 20 associações estaduais, mas isso não quer dizer monopólio. é de fato importante que todos possam se manifestar, que idéias e opiniões diferentes existam e sejem aceitos. agora em relação ao (pedido de revisão, ele esta em análise) recurso, ainda não não foi enviada à resposta do ms. estamos de olho. _____________ por maximiliano anarelli de souza. baseado nas fontes: jornal o globo e abraphem 

No relatório do CONITEC em que a aprovação dos medicamentos em questão são negados, um aparte cita que, a qualquer momento caso surjam fatos novos, uma revisão poderia ser pedida, e por qualquer cidadão.  

Importante frisar que, estes medicamentos são novos e estão ainda em constantes estudos, não sendo difícil que a qualquer momento novidades possam surgir. 

A Federação comentou nas redes sociais sobre o pedido de revisão, afirmando que é  o representante das pessoas com hemofilia, cabendo a ela advogar por seus direitos.  De fato, em princípio sim, por ela estar formada com a representatividade de mais de 20 associações estaduais, mas isso não quer dizer monopólio. 

É de fato importante que todos possam se manifestar, que idéias e opiniões diferentes existam e sejem aceitos. 

Agora em relação ao pedido de revisão, ele esta em análise e não foi enviada resposta do Ministério da Saúde ainda. Estamos de olho.
_____________
Por Maximiliano Anarelli de Souza.
Baseado Nas Contes: Jornal O Globo e ABRAPHEM


  

 

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