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VEJA TUDO SOBRE O DIA MUNDIAL DA HEMOFILIA

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Acompanhe aqui todos os eventos pelo dia muhdial da hemofilia.

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ABRAPHEM DIA MUNDIAL

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Evento Pelo Dia Mundial da Hemofilia da ABRAPHEM. Do acesso à qualidade de vida: o valor da inovação terapêutica. No 11 de abril Sábado, 09 horas - online. Quem se inscrever terá direiro à uma bolsa têrmica. Link pra inscrição para receber a bolsa será liberado durante o evento Clica Para Ler Tudo


abraphem e microhealt

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-"Participei dos testes da microhealt no Brasil. fantástico." (Maximiliano Anarelli). Auxilia no gerenciamento do tratamento. Em pareceria com a ABRAPHEM, No mês da hemofilia sendo apresentado nos eventos das associações estaduais ligadas á ABRAPHEM. Estaremos em BH dia 14 de abril. 8h. Clica Para Ler Tudo


Dia mundial da hemofilia Hemominas

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*8h- Abertura- Denise Zouain. *8h20min - Diagnóstico: O Primeiro Passo para o Cuidado - Andrea Gonçalves *8h40min- Quando chega o diagnóstico: a jornada emocional dos pais - Alice Oliver *9h10min Perguntas *9h30min - 10h - Lanche *10h Atualizações em Profilaxia-Patricia Cardoso *10h30min Hemofilia na Escola: Conhecer e Incluir para Educar - Davidson Correa *11h-Perguntas *11h30min - Encerramento. Na Hemominas. Iremos divulgar o aplicativo da Microhealt Clica Para Ler Tudo


MAIS NOTÍCIAS

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Em Alusão ao Dia Muhdial da Hemofilia, PROTOCOLOS PARA TRATAMENTO DA HEMOFILIA por Indianara Galhardo, ABRAPHEM. 13 DE ABRIL DE 2026 16H30. AUDITÓRIO DO HEMOSUL Clica Para Ler Tudo


EMICIZUMABE PARA CRIANÇAS ATÉ 6 ANOS

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A primeira decisão da CONITEC foi negativa, após consulta pública e com Ministério da Saúde posicionando favorável o Emicizumabe foi incorporado para crianças de 2 à 6 anos de idade. Já há pacientes nessa faixa etária usando em muitos centros de tratamento. A aplicação é subcutânea, começa com uma dose de ataque semanal. Depois a dose de manutenção pode ser semanal, quinzenal ou mensal. clique pra saber todos os detalhes.

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DIÁRIO DE UM HEMOFÍLICO

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Ostentação pra quem tem hemofilia e ter fator em casa, dia de repor o estoque. Viajando 200km pra buscar fator Belo Horizonte, viagem com meus pais pra aproveitar e curtir a capital. Antes liberava 12 doses, mas só tó pegando 6. Mas foi uma boa viagem. Clica Para Ler Tudo



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visita á hemobrás

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A Hemobrás mais uma vez promoveu uma visita de representantes de associações e usuários. Ano passado visitei a Fabrica. Hemobrás é a fábrica brasileira de Hemoderivados e biofarmacos Confira tudo e saiba mais sobre a Hemobrás.



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Há poucos direitos e apoio para quem tem hemofilia, fora do tratamento. Fator não cura hemofilia, embora de qualidade de vida e segurança. Mas não se pode negligenciar que alguns tem problemas, dificuldades. A pessoas com Sequelas, mães solo com dificuldade pra criar o filho e mais. Clica Para Ler Tudo


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» »Da Redação » GRUPO CRIADO PARA UNIR MULHERES COM COAGULOPATIAS NO PAQUISTÃO


O PHPWS-NMO, tem como objetivo formar um grupo feminino de mulheres com transtorno hemorrágico no Paquistão, dando a elas uma  plataforma para compartilhar suas experiência, discutir suas questões de forma livre e defender os direitos da  população feminina que possuem coagulopatias naquele país. 

A necessidade de criar esse grupo em particular foi devido à falta de conhecimento das mulheres sobre seus distúrbios, o que fez com que elas e suas famílias desenvolvessem uma mentalidade de esconder sua condição e não buscar atendimento médico pelo medo de serem mau vistas pela  sociedade, com medo do preconceito.




Geralmente, naquele país, as mulheres que buscam algum atendimento médico devido a alguma intercorrência de seus distúrbios hemorrágicos, solicitam que os médicos não compartilhem seu caso com ninguém, com medo de que essa  divulgação possa de alguma forma atrapalhar suas vidas. 




Devido a  cultura do Paquistão, os casamentos entre primos são uma preferência no entanto, no caso de uma mulher que possua alguma distúrbio hemorrágico, isso pode ser um  problema, já que as coagulopatias em sua maioria são hereditárias. 




Para erradicar todas as superstições e preocupações de jovens hemorragias e suas famílias, o PHPWS lançou com sucesso o "Grupo Nacional de Mulheres" depois de um grande trabalho para capacitar as mulheres com distúrbios hemorrágicos s e divulgar a consciência entre elas de que não devem se esconder e que devem enfrentar o preconceito. Em vez de se esconder, se unir e lutar.




Um encontro foi realizado em colaboração com o Chughtai Lab e  patrocinada pela NNHF, e Federação Mundial de Hemofilia.



O evento é um acontecimento histórico que pode mudar a história das mulheres com distúrbios hemorrágicos no Paquistão.  A própria cultura do país nega muitas vezes direitos básicos às mulheres, e quando ela possuem alguma deficiência de coagulação, um distúrbio médico, isso se agrava. 

Felizmente com a criação do grupo elas tem se unido e se fotalecido.

A força dessas guerreiras de sangue tem despontado na luta por seus direitos. 



A Federação Mundial de Hemofilia tem defendido os direitos e trabalhado para dar voz as pessoas do sexo feminino com distúrbios hemorrágicos, o que foi inclusive tema da sua campanha esse ano, pelo Dia Mundial da Hemofilia. 


Matéria Exclusiva de Maximiliano Anarelli, com fontes de informação no Grupo União Árabe de Hemofilia. 




Global Media, Portugal,   Terça-feira, 17 Abril 2018 

Relegadas para um segundo plano até porque os homens tinham necessidades mais prementes, a hemofilia e as patologias de cariz hemorrágico foram sempre silenciadas no universo feminino. Mas sendo portadoras do gene ou mesmo com necessidades específicas nesta matéria, era sobre elas, muitas vezes, que recaiam decisões angustiantes e condicionantes, fosse para si próprias, fosse na hora de saber se deveriam ou não ser mães. 



 Por isso, no dia Mundial da Hemofilia, que se aconteceu terça-feira, 17 de abril, Ana Cristina Barbosa e Ana Pastor contaram, em testemunhos emocionantes, como foi e tem sido lidar com a doença por via dos cuidados aos mais próximos ou pelos problemas com os quais se debatiam. Ana Cristina Barbosa e Ana Pastor são, ao mesmo tempo, duas vozes bem audíveis de um universo de mulheres e sobre as quais não existem números, estatísticas, nem sequer estimativas. 

 Um livro e uma campanha de sensibilização No dia em que se olha para esta patologia ao detalhe, o Comité das Mulheres da Associação Portuguesa de Hemofilia e de Outras Coagulopatias Congénitas (APH) apresenta o livro Vozes de Mulheres. 



 Trata-se de “uma compilação de 27 testemunhos de quem tem a patologia, de quem cuida e de quem presta cuidados de saúde”, lê-se no comunicado enviado às redações. Uma obra que pretende dar a entender a “Hemofilia e as outras coagulopatias congénitas” na perspetiva de “mães, irmãs, cuidadoras ou portadoras” que, como mulheres, sempre tiveram “uma atenção secundária dentro desta comunidade, face às necessidades prementes do homem com hemofilia, seu familiar”. “É na senda desta filosofia de capacitação e de todos aprendermos com a experiência de outrem que surge esta recolha de testemunho”, acrescenta Miguel Crato, presidente da APH (Associação Portuguesa de Hemofilia), na nota enviada aos media. 



 Desde segunda-feira, 16 de abril, que está a correr a campanha #hemorragiazero. Inserida nas evocações da data que se assinala esta terça-feira, a iniciativa pretende mostrar que “é possível viver com zero hemorragias, melhorando o impacto na vida das pessoas com hemofilia”. Nuno Lopes, membro da direção da APH, justifica a criação do projeto referindo, em comunicado de imprensa, que “ter zero hemorragias é uma possibilidade para quem tem hemofilia, infelizmente não é uma realidade. Existe, por isso, a necessidade de se intensificar o nível de exigência face à patologia, através do aumento da qualidade da personalização e de cumprimento do tratamento, fundamentais para evitar as hemorragias responsáveis por lesões articulares – inflamações, dores, perda de movimento e deformidades”. 



 Segundo veiculado publicamente, o projeto será dinamizado em vários momentos ao longo do ano, como por exemplo em palestras, workshops e atividades formativas desenvolvidas pela APH.

 A mesma nota indica que a campanha “contará, também, com a realização de um estudo baseado em inquéritos, cujas conclusões vão permitir ter uma perspetiva mais profunda e integrada da hemofilia, considerando os vários intervenientes: pessoas com hemofilia, cuidadores e profissionais de saúde, bem como autoridades”. 

FONTE: DELAS, Portugal.

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